Categoria "Pessoal"

Metas para 2017

Em 05.01.2017   Arquivado em Pessoal

Oie pessoal! Estão curtindo esse calor infernal do verão? Aqui no Hell de Janeiro está a filial do inferno (ainda bem que não estou na matriz ainda hahahaha).

Pra 2017 estou muito empolgada! Tenho uma perspectiva muito boa esse ano, pois tenho lutado muito pra conseguir meus objetivos e estou cada vez mais perto deles!!!

Mas claro, sempre existem coisas a serem melhoradas! Por isso, vou compartilhar com vocês algumas coisas que eu realmente pretendo fazer esse ano!

Pessoal

Aprender a dizer NÃO, sem me justificar ou me sentir culpada por não estar agradando;
Cuidar mais da minha saúde / alimentação;
Organizar mais meu tempo pra poder aproveitar mais meu filho.

Estudos / Profissional

Ir adiante na faculdade, sem reprovar matérias;
Fazer planejamento da pós e começar a juntar dinheiro pra ela;
Fazer cursos de extensão pra complementar o currículo;
Curso de inglês (URGENTE!!!);
Ir adiante com meus projetos de escrita;
Montar meu portfólio.

Blog / Canal

Ir adiante com o Canal Rascunho Literário, fazê-lo crescer e conseguir futuras parcerias;
Ir adiante com o Blog Butterfly Soul, pois ele me faz feliz;
Ir adiante com os textos do SuperEla, que é muito importante também.

Tá bom, não é? Seu eu conseguir realizar isso tudo, vou ficar muito feliz!!!

E vocês? Quais os planos pra 2017? Compartilha aqui comigo!

Beijos!!!

{Teatro} VeRo – Cia de dança Déborah Colker

Em 06.09.2016   Arquivado em Pessoal

Ficha Técnica

Nome do espetáculo: VeRo (Temporada Popular)
Cia de Dança: Deborah Colker
Dirigido por: Deborah Colker
Elenco: Aline Machado, Bianca Lopes, Dilo Paulo, Filipi Escudini, Isadora Amorim, Jaime Bernardes, José Ramos, Olivia Pureza, Phelipe Cruz, Pilar Giraldo, Rosina Gil, Sheila Lokiec, Uatila Coutinho, Victor Vargas.
Ano: 2016
Cidade: Rio de Janeiro
Teatro: João Caetano
Patrocínio: Petrobrás / Prefeitura do Rio / Governo Federal

Na última sexta-feira (dia 2) consegui (acho que) os 3 últimos lugares do teatro para ver o espetáculo da Cia de Dança Déborah Colker com minha mãe e irmã, na temporada popular. Acho muito válido esse tipo de incentivo para as pessoas que não podem ir muito ao teatro (como eu) terem a oportunidade de participar de algo tão bacana.

No balcão simples, pagamos um total de R$ 62,50 por 3 ingressos, sendo eu com meia-entrada (R$12,50) e elas com entrada inteira (R$25,00). Eu achei super em conta e valeu cada centavo.

O espetáculo que assistimos na verdade foi uma junção de 2 outros espetáculos: Velox (1995) e Rota (1997), dois dos maiores sucessos de público da Companhia.

O teatro estava totalmente cheio, não tinha nenhum lugar vazio. As pessoas não piscavam, era um silêncio sepulcral, todos estavam totalmente ligados na dança. Eu fiquei muito apreensiva porque muitas vezes eles ficavam no limite, sabe? Um movimento em falso e eles poderiam cair de uma altura grande e a coisa seria feia, mas como diz minha irmã: “Eles já fizeram isso trezentas vezes, fica na moral aí!”. Então tá, né?

Foram 2 atos, cada um com 1hr de duração. Eu achei que talvez 2 horas de espetáculo fosse muito, e que eu fosse ficar de saco cheio lá pela metade, mas juro, passou como um piscar de olhos. Foi muito legal mesmo. Se a Temporada da Déborah Colker passar aí na sua cidade, acredite, vale a pena cada centavo.

Como não podia fotografar ou filmar dentro do teatro, eu não pude registrar o espetáculo. Vou postar as fotos que tirei do lado de fora e embaixo um vídeo do YouTube:

#deborahcolker #teatrojoaocaetano #vero #errejota #cidademaravilhosa #brasil #brazil #sexta

A video posted by Mariana Abramo (@mariabramo) on

É nóis ??? #deborahcolker #teatrojoaocaetano #vero #errejota #cidademaravilhosa #familia #family #selfie #sexta

A photo posted by Mariana Abramo (@mariabramo) on

Família ê, família á, família! #deboracolker #sexta

A photo posted by Gabriela Vianna Abramo (@gabiabramo) on

Eu e minha mania de Hermione Granger

Em 07.07.2016   Arquivado em Pessoal

Não é incomum algum colega de classe dizer que eu sou polêmica. Se você já fez algum curso comigo, vai saber que o que eu estou falando é verdade.

Sabe a Hermione, né? Então, sou eu. Ela sou eu. Eu sou ela. J.K. Rowlling me espionou na sala pra escrever Harry Potter. Sou um estudo de caso que virou personagem de um best seller.

Sempre chego cedo. Sempre. E sento na frente ou o mais na frente possível. Se chego atrasada fico reclamando comigo mesma o resto da aula, e na próxima, chego mais cedo do que o cedo que costumo chegar, só pra compensar a falta de disciplina da última vez. Parece maluquice, e talvez seja. Mas quando a gente finalmente se acha no mundo, quer fazer tudo certo, e isso não é um sacrifício.

E sabe quando o professor pergunta e a Hermione levanta a mão? Ela sempre levanta a mão, porque ela é uma sabichona que leu tudo e sempre tem alguma coisa pra compartilhar. Eu. Meus amigos devem me odiar. Ou ficar aliviados, porque se eles não leram, não tem problema, eu vou responder mesmo… Rs…

Mas minha mania mais polêmica é puxar assunto polêmico. Lembra quando a Herminone perguntou sobre Nicolas Flamel na sala e tudo mundo ficou se entreolhando e a professora ficou meio sem jeito? Por favor, alguém passa uma fita crepe na minha boca, PORQUE ESSA SOU EU. Juro que não faço por mal, mas eu fico agoniada quando um professor fica falando e falando e ninguém fala, ninguém participa, ninguém debate. E principalmente, fico agoniada quando as questões tratadas são superficiais. Pombas!!!

Primeiro: eu sei a droga que é você dar aula e falar todo o tempo e ninguém comentar nada. É desesperador. É como se você falasse pra parede, é como se sua voz fosse irritante e você quisesse virar a mesa e largar a aula pela metade. Você se pergunta se alguém está entendendo alguma coisa ou por que raios ninguém abre a boca!

Segundo: acredito que o tempo da aula é precioso. Vamos debater sempre os pontos mais críticos, ok? Se eu falo sobre A e B na aula e em casa tenho que ler sobre ACB³ eu me jogo da janela. Por favor, vamos discutir o mais difícil, o mais crítico, e deixar o estudo de casa apenas como complementação.

Terceiro: vamos compartilhar conhecimentos. Não há nada pior do que a pessoa que acha que sabe e não quer compartilhar poque quer reter o conhecimento pra si. Isso é coisa de gente egoísta, mesquinha, e acima de tudo, insegura. Quem sabe e se garante tem prazer em ajudar.

Por favor, não me matem com esse post! Eu só me meto em boca com essa minha mania de Hermione Granger! Mas é assim que eu penso… Rs…

Ps.: Eu queria um vira-tempo pra conseguir fazer todos os cursos e matérias ao mesmo tempo e me formar logo! Rs…

O poder transformador de uma fraqueza

Em 05.07.2016   Arquivado em Pessoal

Cresci escutando que eu era ferrenha em achar e apontar defeito nas pessoas. Minha mãe sempre me disse isso, e passei a acreditar.

Conforme eu ia crescendo, realmente percebi que isso tinha um fundo de verdade, e muitas vezes eu era crítica além da conta com as pessoas à minha volta. O mais interessante é que descobri que também era assim comigo mesma. Não admitia erros, falhas, qualquer arranhãozinho que pudesse macular a imagem que eu tinha formado dentro da minha cabeça para mim mesma. Se eu não tivesse correspondendo o esperado, ninguém precisava apontar o dedo, eu era sempre a pessoa a apontar antes de todos.

Isso trouxe muitas consequências ruins durante a minha vida. Tanto nos meus relacionamentos com as pessoas, como com a minha autoimagem. E não se desconstrói isso de um dia para o outro. E acredito que até hoje não desconstruí totalmente, embora tenha me esforçado ferrenhamente a cada dia. Mas aprendi a direcionar para uma coisa boa, aprendi a usar esse defeito como uma força para mim. Decidi que isso seria um poder transformador na minha vida.

Quem me conhece sabe que a minha paixão pelos livros começou mesmo antes de eu aprender a ler. Decidi que essa minha característica de apontar defeitos seria bem direcionada para os textos, apontando os problemas que eles têm. E foi isso que eu fiz. Não sou nenhuma expert em textos ainda. Sinto que engatinho, até porque embora sempre tenha tido muita intimidade com a leitura, nunca de uma maneira técnica, como agora. Então até isso estou desconstruindo. Mas estou aprendendo. E tentando fazer com que minhas fraquezas se tornem meus pontos fortes.

Vamos seguindo… 😉

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