Finalmente a mini pessoa está saindo da toca!!!

Em 21.09.2015   Arquivado em Maternidade

Pessoas um pouquinho mais próximas a mim com certeza já escutaram minhas preocupações sobre o Rodrigo, Rodelícia ou mini pessoa, como queira chamar. Rs… Isso porque eu sou muito encucada com o desenvolvimento do meu filho. Na época da gravidez tomei vitaminas a mais que ajudavam o desenvolvimento do cérebro do bebê, sempre colocava música clássica e outras boas músicas (Beatles, Phil Collins), e desde que ele nasceu, sempre estimulei muito.

Quando outras crianças com a mesma idade dele (e algumas mais novas) conseguiam fazer tal coisa e ele não fazia, eu começava a ficar super preocupada se meu filho estava atrasado em alguma coisa. Assim foi pra tudo: dentes, engatinhar, andar… Ele fez 1 ano e não andava ainda, enquanto as outras crianças do nosso convívio já andavam com essa idade. Ele foi dar os primeiros passinhos de verdade 15 dias depois do aniversário.

No começo desse ano coloquei Rodrigo numa escolinha escolhida a dedo pra ajudar no desenvolvimento e liberar meu dia pra eu poder voltar a trabalhar. Achei que o estímulo com outras crianças ia ajudar meu filho a ter um desenvolvimento mais rápido, mas minhas expectativas foram em vão. E a minha maior preocupação era a interação que ele tinha com outras pessoas. Cheguei a conversar com a professora e a psicóloga da escola, e a resposta foi: “Mamãe, cada criança tem seu tempo. Ele interage bem com as crianças, mas quando cansa ele pega o brinquedo e vai pro canto da sala brincar sozinho.” Como essa resposta não acalmou meu coração, continuei em casa fazendo tudo que eu podia.

O que me deixou mais preocupada ainda foi quando ele começou a não desenvolver a fala. Crianças bem mais novas que ele já falavam “mamã” e ele nada. Mas finalmente, essa semana, com 1 ano e 11 meses, ele desandou a falar, coisa que eu mal acreditei. Cheguei a chorar de emoção (pode rir, mãe é bicho bobo mesmo). Ele apontou pra Lua e falou “Lua”!!! Começou a falar “Ô Toodles!” da Casa do Mickey. Agora conta de 1 até 10. De vez em quando solta umas palavrinhas novas, mesmo que a pronúncia não seja perfeita ainda. Nossa… Agora acho que meu coração está começando a acalmar, porque eu ia ficar muito frustrada se meu filho fizesse 2 anos e não falasse nada.

Se bem que… né… ele não fala mamãe ainda. :(

Tem que ser muito homem pra ser mãe!

Em 17.04.2015   Arquivado em Maternidade

Essa é uma das fotos do meu período de gravidez que eu mais amo! Foi no chá de bebê! <3

Hoje cheguei em casa molhada. Minha roupa pingava, meus braços e minhas costas doíam. E não eram nem 9h da manhã. Pensei comigo mesma que já estava bom, podia deitar e dormir e só acordar amanhã. Mas me dei conta que não, na verdade o dia estava só começando e eu ainda tinha muita coisa pra fazer. Respirei fundo e fui tomar um banho.

Você quer saber o motivo pelo qual eu estava pingando? Acordei às 5h da manhã, arrumei a bolsa do meu filho pra creche, fiz mamadeira, acordei ele, dei mamadeira, arrumei pra escola. Discuti basicamente porque o pai acordou tarde e não queria levar ele na escola, e queria que eu levasse. Me recusei. Estresse às 7h da manhã. Finalmente ele foi embora com o garoto. Recolhi todo o lixo da casa, me arrumei correndo e saí que nem uma louca de casa sem nem tomar café da manhã. Estava tão apressada que levei as sacolas de lixo na mão até a esquina, quando me dei conta de que podia deixá-las. Coloquei no cesto de lixo do vizinho. Fui até 3 farmácias pra cotar preço de remédio pro pequeno, mas nenhuma farmácia me agradou. Fui fazer compras no mercado com uma mão, enquanto com a outra eu ligava pra outras farmácias e tentava entrar em contato com a secretária do pediatra pra marcar uma consulta pro meu filho. Saí do mercado cheia de sacola, peguei um táxi até em casa porque não aguentava tanto peso e tinha começado a chover bastante. O taxista falou “discretamente” que estava espirrando, dando a entender que não podia me ajudar a subir as escadas com as sacolas. Então fiquei fazendo várias viagens pra colocar as compras ensopadas pra dentro de casa. E consequentemente fiquei tão ensopada quanto as comidas que eu tinha acabado de comprar.

Se você acha que só isso já dava pra acabar o dia, eu também acho. Mas a lista de tarefas a fazer sempre é maior do que o tempo que eu tenho. E tudo se complica exponencialmente quando temos um filho.

Não… Deixa eu me explicar…

Se eu tivesse uma empregada, uma babá e um carro minha vida seria muito menos complicada. Mas não tenho. Não quero dizer que quem tem é menos “macho” do que eu, porque não sei a vida de cada um, mas me sinto uma rocha por acordar tão cedo e encarar um dia tão puxado every single day. E ninguém entende isso. Acho que só quem passa pelo mesmo que eu.

As pessoas têm a mania de achar que mulher que não trabalha fora não faz nada da vida. Eu posso não trabalhar de carteira assinada no momento, mas trabalho, e muito. Eu cozinho, lavo, passo, faço faxina, faço compra de mercado, carrego filho “no muque” porque não tenho carro, então vou com ele de ônibus e van pra cima e pra baixo segurando com uma mão só, pra poder me segurar com a outra. Além disso faço faculdade, estudo pra caramba, pego trabalhos freela, tenho o blog que me toma bastante tempo também e muitas outras coisas que não estão nessa lista. De noite eu não durmo, eu desmaio de cansaço.

Se você estiver me vendo on em alguma rede social, saiba: eu estou on, mas estou fazendo outra coisa. #fato Agradeço ao Pai todos os dias pela habilidade multitarefa das mulheres, porque posso pelo menos conversar com minhas amigas no Whatsapp enquanto coloco arroz no fogo ou lavo uma louça. Acho que se não fosse isso eu já tinha pirado.

E se você acha que estou exagerando, vem aqui e troca de rotina comigo por 5 dias: de segunda à sexta. Depois me fala se você é macho que nem eu ou vai levantar bandeira branca.

Rodrigo andou!!!

Em 16.11.2014   Arquivado em Maternidade

Recentemente fiz um comentário no Facebook e um monte de gente veio me perguntar se o Rodrigo já estava andando. Foi então que eu me dei conta de que tinha ESQUECIDO de relatar esse passo (literalmente) tão importante do bebê aqui. Me desculpe por isso, estou me redimindo agora! 😛

Rodrigo andou faz mais ou menos 1 mês. Quando eu digo andou, eu quero dizer que andou sem ajuda do nosso dedinho, sem se apoiar na parede. Foi na casa da vovó (minha mãe) que ele fez essa proeza pela primeira vez. É claro que todas as “manteigas derretidas” aqui de casa (eu, minha mãe e minha irmã) choraram muito de emoção.

Eu estava um pouco preocupada porque vários bebês já tinham andado e eram da mesma idade que ele ou mais novos. Mas minha irmã e minha mãe ficaram brigando comigo dizendo que cada criança tem seu tempo de desenvolvimento. Mesmo tendo plena consciência disso, eu ainda assim me preocupava, e sempre me culpava porque achava que o Rodrigo ficava tempo demais dentro do cercado pra eu fazer outras coisas (mãe que se vira TOTALMENTE sozinha deve saber meu drama).

Mas vamos deixar de blá blá blá porque vocês vieram aqui ver ele andando, né? Ninguém está interessado no meu texto hoje! Rsrsrs…

Olá, mundo! Eu ando!

Um vídeo publicado por Mariana Cruz (@mariabramo) on

Primeira vez do Rodrigo na praia

Em 24.07.2014   Arquivado em Pessoal

Quando o Rodrigo fez 6 meses (em abril desse ano) o pediatra dele o liberou para irmos à praia, desde que ele não tivesse contato com a água, e fosse antes das 9 h da manhã ou depois das 16 h, por um período de, no máximo, 2 horas.

Porém, como ele é efetivamente o primeiro filho, meu marido não concordou com isso, achou que era muito cedo. E eu precisei respeitar. Então, não levamos ele à praia. Até……. semana passada! Agora o bonitão já tem 9 meses, já engatinha e fica em pé, vai andando apoiado em alguma coisa.

Mesmo com 9 meses, meu marido não estava muito feliz de levar nosso filho até lá. Ele ainda achava que estava muito cedo, porém, essa é a época boa pra se frequentar praia no Rio de Janeiro (sim! no inverno!). Eu sou muito branca, meu filho é da minha cor. Se eu já sofro com o sol, imagina ele! No inverno dá pra você ficar um pouco mais despreocupado e curtir mais. Quando chega a primavera a coisa já começa a ficar tensa, e no verão, é impossível de ir à praia.

Então lá fomos nós! Chegamos na praia por volta das 16h e saímos de lá 17:30h.

Como o Rodrigo ficou embasbacado com tudo novo que estava vendo! Ele olhava freneticamente pra todos os lados! Hahaha… Eu coloquei ele na canga mas o dananinho em menos de 1 minuto já estava na areia, engatinhando atrás das meninas e fazendo charminho pra elas. Ele foi a sensação da praia, pra variar! 😛

O engraçado foi ele conhecendo a textura da areia. Ele colocava a mão mas via que era diferente, aí a mão vinha cheia de areia e ele balançava pra tentar se livrar, mas como estava meio úmida, tinha ficado grudada. Ele me olhava com cara de nojo! Eu ri muito!

Abaixo algumas fotos desse evento especial em família:

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