Feliz Natal!

Em 25.12.2015   Arquivado em Aleatórios

Que o nosso Natal seja de muitas alegrias, muita família feliz, muita comidinha, muitos abraços apertados, muitas orações de agradecimento. Eu sei que pra maioria 2015 não foi um ano tão legal, pra mim foi um ano bem diferente e cheio de desafios também, mas serviu pra eu aprender a ser feliz independente do que esteja acontecendo comigo. <3 Que todos nós possamos lembrar que Papai Noel é uma tradição apenas, mas o principal motivo de celebrarmos o dia de hoje é o nascimento da pessoa mais importante que já passou nesta Terra.

Fiquem com Deus. Feliz Natal para nós e nossas famílias!

5 coisas para fazer antes do ano acabar

Em 01.12.2015   Arquivado em Aleatórios

Como 2015 passou rápido, não é mesmo? Cada ano que passa eu vejo o tempo voar e voar… Prece que foi ontem que 2015 começou, eu com meu Rodriguinho tão pequeno ainda, e olha como está enorme e cheio de dentes agora… rsrsrsrs…

Mas antes de encerrar o ano, aí vão 5 coisas para fazer no mês de dezembro que são bem importantes!

Faxina

Dezembro pra mim sempre foi o mês da faxina. Acho que é muito bom fazer aquela faxina detalhada, separar roupas e brinquedos que não estão mais em uso, jogar as tralhas fora, abrir espaço pro ano novo entrar. Cresci com minha mãe fazendo isso, dizendo que não pode virar o ano com energia carregada em casa… rs… Embora eu não acredite nessa coisa de energia, acredito que não tem a menor necessidade de acumularmos mais coisas que devemos. Mesmo fazendo essa super faxina todo ano ainda sim eu vejo as coisas acumulando, então imagine se eu não fizesse. Virar o ano com a casa limpa e arrumada é a melhor coisa. 😉

Descansar

Trabalhamos muito o ano inteiro!!! Nada melhor que reservar alguns dias pra descansar. Se a grana estiver curta, pode descansar em casa mesmo! Se dê ao luxo de não cozinhar e pedir comida fora por um final de semana. Nada melhor que não precisar ir pra cozinha, nem pra fazer nem pra lavar louça. Nada melhor que acordar e ficar de pernas pro ar, sem se preocupar muito com o que fazer, ir à praia, passear num parque, fazer uma caminhada.

Passar tempo com a família

Sempre acabamos ficando menos tempo com nossa família do que gostaríamos, ou que deveríamos. Esse final de ano é uma oportunidade ímpar de passar algum tempo com eles. A semana entre Natal e Ano Novo sempre é calma e cercada de pouco trabalho. Fazer coisas gostosas em família não custa muito dinheiro, principalmente se for ao ar livre. <3

Ponderar sobre o ano e ser grato

Sei que muitas vezes entramos em dezembro com um sentimento de “acaba logo, por favooooor!” mas mesmo que seu ano tenho sido muito difícil, ele não foi feito só dos dias difíceis. É um bom exercício sempre ponderar, colocar na balança o que os dias difíceis nos trouxeram (de maturidade, de força) e focar nos dias felizes. Por mais que coisas ruins aconteçam, se você está lendo essa matéria hoje, é abençoado por ter uma casa, acesso a um computador, ou um smartphone. Muitos não têm nem o que comer. Pense nisso.

Traçar metas para o ano novo

Se o ano de 2015 foi ruim, é hora de traçar metas pra que 2016 seja melhor e mais produtivo.
Se o ano de 2015 foi bom, é hora de traçar metas pra que 2016 seja tão bom quanto, ou melhor ainda.
Essa é a hora!!!

Que possamos aproveitar com tudo esse restinho de ano.
Beijos e até a próxima! 😉

Feliz Natal

Em 24.12.2014   Arquivado em Religião

Que essa história possa nos ajudar a lembrar o verdadeiro espírito de Natal:

Quando pensamos no Natal, geralmente pensamos em dar e receber presentes. Embora os presentes possam fazer parte de uma tradição acalentada, podem também ofuscar a dignidade simples da época e desviar nossa atenção da celebração do nascimento de nosso Salvador de um modo significativo.

Sei, por experiência própria, que os Natais mais marcantes podem ser também os mais simples. Os presentes de minha infância foram, sem dúvida, modestos pelos padrões atuais. Às vezes, ganhávamos uma camisa remendada ou um par de luvas ou de meias. Lembro-me de um Natal em particular em que meu irmão me deu uma faca de madeira que ele havia esculpido.

Não são os presentes caros que dão significado ao Natal. Lembro-me de uma história contada pelo Élder Glen L. Rudd, que (…) ficou sabendo por intermédio de um líder eclesiástico que uma família necessitada se mudara recentemente para a cidade. Ao visitar o pequeno apartamento da família, viu que se tratava de uma jovem mãe e quatro crianças com menos de dez anos.

A família passava tanta necessidade que a mãe não podia comprar doces ou presentes para os filhos naquele Natal e nem mesmo tinha dinheiro para uma árvore. O irmão Rudd conversou com a família e ficou sabendo que as três garotinhas adorariam ganhar uma boneca ou um bicho de pelúcia. E quando quis saber do menino de seis anos o que ele queria, ele respondeu: “Quero uma tigela de mingau de aveia”.

O irmão Rudd prometeu que lhe daria a aveia e talvez algo mais também. Ele foi ao armazém do bispo e pegou alimentos e outros artigos para atender às necessidades da família.

Naquela mesma manhã, um [homem] generoso lhe tinha dado 50 dólares “para alguém necessitado”. Usando aquela doação, o irmão Rudd reuniu três de seus próprios filhos e foi fazer compras de Natal: seus filhos escolheram os presentes para as crianças carentes.

Depois de encher o carro com alimentos, presentes, uma árvore de Natal e alguns enfeites, a família Rudd dirigiu-se ao apartamento daquela família. Ali, ajudaram a mãe e os filhos a montar a árvore. Depois, colocaram os presentes embaixo dela e deram ao menininho uma grande caixa de flocos de aveia.

A mãe chorou, as crianças ficaram muito alegres e todos cantaram um hino de Natal. Naquela noite, quando a família Rudd se reuniu para jantar, deram graças por terem podido levar um pouco da alegria do Natal para outra família e por ajudarem um menino a ganhar uma tigela de mingau de aveia.

Pensem na maneira simples, mas digna, pela qual o Pai Celestial decidiu homenagear o nascimento de Seu Filho. Naquela noite santa, anjos apareceram não aos ricos, mas a pastores. O Menino Jesus nasceu não em uma mansão, mas em uma manjedoura. Ele não estava embrulhado em seda, mas em panos.

A simplicidade daquele primeiro Natal prenunciou a vida do Salvador. Embora Ele tivesse criado a Terra, embora tivesse caminhado em reinos de majestade e glória, embora tivesse estado à mão direita do Pai, veio à Terra como uma criança indefesa. Sua vida foi um exemplo de modesta nobreza, e Ele caminhou entre os pobres, os enfermos, os desconsolados e os oprimidos.

Mesmo sendo Rei, não Se importou com as honrarias ou as riquezas dos homens. Sua vida, Suas palavras, Suas atividades diárias foram monumentos de dignidade simples, porém profunda.

Jesus, o Cristo, que soube como doar com perfeição, deu-nos o padrão de compartilhar. Para aqueles cujo coração se encontra triste de solidão e dor, Ele traz compaixão e consolo. Para aqueles cujo corpo e mente estão aflitos pela doença e pelo sofrimento, Ele traz o amor e a cura. Para aqueles cuja alma está sobrecarregada pelo pecado, Ele oferece esperança, perdão e redenção.

Se o Salvador estivesse entre nós hoje, nós O encontraríamos onde sempre esteve: ministrando aos mansos, desconsolados, humildes, aflitos e pobres de espírito. Nesta época de Natal e sempre, vamos dar-Lhe um presente, amando como Ele ama. Que nos lembremos da humilde dignidade de Seu nascimento, Suas dádivas e Sua vida. Que enchamos o mundo com a luz de Seu amor e Seu poder de cura por meio de nossos simples atos de bondade, caridade e compaixão.”

Esse texto lindo é daqui. Feliz Natal! <3

Eduque seu filho para ser feliz

Em 20.12.2014   Arquivado em Maternidade

Embora no começo da minha infância eu tenha vivido uma vida relativamente boa (falando financeiramente), meus pais nunca me davam presentes “fora de época”. Tá bom. O que eu quis dizer com isso? Eu quis dizer que filhos só tinham direito de ganhar presentes em datas comemorativas como Natal, Páscoa e aniversário. Não adiantava agarrar o ursinho de pelúcia na loja, nem fazer biquinho nem se espernear (se esperneasse ainda ficaria de castigo quando chegasse em casa).

Dia das Crianças também não era considerado data comemorativa pra nossa família, então, eu tinha que me conformar vendo outras crianças ganhando Maletuxa e eu chupando dedo.

Algumas vezes foi um pouco traumático, pois eu criava bastante expectativa se naquele ano finalmente eu ganharia um presente de Dia das Crianças. Mas isso nunca acontecia, e mais um ano eu engolia minha frustração.

Os anos foram passando e eu aprendi que realmente eu não ia ter presentes fora de época, e Dia das Crianças era uma data inventada pra serem consumidos mais brinquedos desnecessários. A frase que eu escutava era exatamente essa mesmo: “Dia das Crianças é uma data inventada pra serem consumidos brinquedos desnecessários”. Eu ouvia e repetia, como um papagaio. Se alguma criança me perguntava o que eu tinha ganhado de presente, eu respondia: “Dia das Crianças é uma data inventada pra serem consumidos brinquedos desnecessários”.

Hoje, aos ~quase~ 30 anos, sabe o que eu vejo? Posso ter “sofrido” naquela época, mas hoje consigo ser feliz com o que eu tenho. Gostaria de ter mais coisas, uma situação financeira melhor? Claro que sim! Mas isso não me faz uma pessoa infeliz. Eu sou feliz com o que tenho, e o que tenho não é determinante pro meu estado de espírito.

Sou grata aos meus pais por isso, e também ensinarei pro meu filho que… “Dia das Crianças é uma data inventada pra serem consumidos brinquedos desnecessários” e também que Natal não é a troca de presentes, e dia das mães, e…

Eduque seu filho para ser feliz, e não para ser rico. Assim ele saberá o verdadeiro valor das coisas, e não seu preço.

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