GMPV #Bônus – Comece a sonhar

Em 27.10.2014   Arquivado em Maternidade

Ufa! Depois de tantas semanas postando sobre preparação, agora você está apta a começar a sonhar!!! Separei pra vocês tudo que eu via sempre quando estava grávida, e que me ajudou a compreender melhor a gravidez, me ajudou com a decoração do quartinho, me fez chorar de emoção… 😛

Programas na TV

Boas Vindas (GNT) – Terças às 21:00h
Família é família (GNT) – Quarta às 20:30h
Socorro! Meu filho come mal! (GNT) – Terças às 21:30h
Supernanny (Discovery H&H) – Sextas às 22:00h
Um bebê por minuto (Discovery H&H) – Sextas às 20:00h

Inspirações para Fotos

20 fotos para fazer quando está grávida!
30 fotos perfeitas para fazer com seu bebê!

Comprando tudo que seu bebê precisa

Comprando fraldas, lenços umedecidos e pomada de assadura pela internet e dicas dos locais mais baratos do Rio – Pra você que é “mão de vaca” que nem eu!
Presa por um carrinho Burigotto – Dicas para comprar um bom carrinho para você e seu bebê;
Está grávida e é mãe de primeira viagem? Então poupe dinheiro lendo esse post! – Um guia pra você montar um quarto com o que realmente seu bebê vai precisar quando o dinheiro está muito apertado!
Minhas comprinhas no “Ficou Pequeno”!! – Compra de cercado + cadeira de alimentação por R$200 OS DOIS!!!

Os primeiros meses com o bebê

Como driblar a SUA falta de sono nos primeiros meses com seu bebê – Dicas pra você não pirar nos primeiros meses, e dormir um pouco melhor.
Cuidando dos olhinhos do seu bebê – Dicas para cuidar dos olhinhos do seu RN.
Reflexologia nos bebês
Tipos de choro de neném – Um vídeo pra você entender o que seu bebê quer através dos tipos de choro.
A tão esperada: HORA DE DORMIR! – Um plano estratégico pro seu filho entender o que é dia, o que é noite, e quando ele tem que dormir.

Teste de produtos

Batalha: Cremes de Assaduras para bebês – Um comparativo entre os cremes mais usados do mercado.
Testei: Sabonete em Espuma (Recém-Nascido) Huggies Turma da Mônica

Inspiração para Festas

Festa para meninos: The Beatles
Inspirações para o chá de bebê – Tema: Bigode e gravata
Preparativos pro Chá de Bebê! – Tema: Bigode e gravata

Amamentação

Preparando os seios para a amamentação – O que você pode fazer durante a gravidez para preparar seus seios para esse momento tão importante;
A relactação é possível – Quando todo mundo diz que você não pode mais amamentar porque já entrou com a mamadeira, eu digo que você pode sim! Só depende de você!
O vilão da amamentação – A batalha para amamentar, quando você não tem experiência.
A parte boa de estar amamentando – Tudo que todo mundo deveria te contar pra você ficar mais feliz porque vai amamentar.
Guia completo de alimentação para mamães que amamentam! – Como uma mamãe que amamenta deve se alimentar.

Alimentação

Meu filho não quer beber água! E agora? – Dicas de quem passou por esse sufoco.
Introdução alimentar do Rodrigo com o BLW (Baby Led Weaning) + Teste do Self-Feeding da Sassy – Ensinando meu filho a comer sozinho desde os 6 meses de idade, uma técnica chamada BLW.

Relacionamento

A técnica de castigo da Super Nanny (Passo-a-passo) – Um guia detalhado para você aplicar a disciplina da Super Nanny na sua casa.
Ensinando meu filho a escovar os dentes
Rodrigo na piscina de bolinhas
O que não falar para seu filho – Uma reflexão sobre o que devemos falar e não falar para nossos filhos
Deixa ele ser criança – Sobre deixar seu filho alimentar fantasias saudáveis da infância
Driblando o choro – Dicas de como eu lido com o choro do meu filho.
Ser mãe é diferente de ter filho – Uma reflexão sobre quem deveria ser mãe.
Galinha Pintadinha e Peppa? Cuspi pra cima… – Sobre a polêmica: deixar ou não deixar seu filho ver desenhos na TV?

Pra você rir um pouco

Quando eu vejo… – Pra você se sentir mais bonita.
Quer um conselho? – Porque todo mundo sempre tem um conselho pra dar.

Blogs e Sites

Agora sou Mãe
As Delícias do Dudu
Angeliica
Baby Center
Bagagem de Mãe
Diiirce
Guia do Bebê UOL
Mãe ao Cubo
Mãe de Guri
Mamatraca
Maternidade Colorida
Minha mãe que disse
Nutrição Infantil
Potencial Gestante
Vida de Mãejestade
Vida Materna

Posts legais

20 primeiros sintomas da gravidez
15 coisas que não me contaram sobre a gravidez
Os 5 partos mais bonitos da internet

Posts alertas

Médicos terão de informar pacientes sobre número de cesáreas
Depoimento da Mulher Vitrola sobre violência obstétrica

Do sentimento de perder um filho

Em 14.07.2014   Arquivado em Pessoal

Quando eu tinha 15 anos, 6 pessoas da minha família e próximas a mim morreram no mesmo ano. Eu conheci todos os cemitérios do Rio de Janeiro naquele ano, infelizmente. O Natal e o Ano Novo foi muito vazio e triste, e os que se seguiram também. Apesar da dor real que eu senti naquela época, ela não se compara à dor e o vazio de enterrar um filho.

Mesmo depois de mais de 2 anos, eu ainda tenho esse sentimento. Mesmo tendo um profundo testemunho de que meu filho está num local MUITO melhor que o meu, vivendo MUITO melhor que eu, sem dores e sofrimentos, eu sofro. Sofro de saudade dele, de egoísmo por querer ele perto de mim. Meu coração carnal não consegue compreender claramente os desígnios de Deus pra minha vida e da minha família.

É fato que com o tempo você aprende a ficar anestesiado e a falar sem chorar sobre isso, mas a saudade nunca vai embora. É mentira se eu dissesse que meu segundo filho tapou o buraco do primeiro. Seria muita mentira mesmo. Eles são indivíduos diferentes, e assim como uma mãe consegue amar igualmente cada um de seus filhos, sofre igualmente por eles também.

Quando a gente passa por uma situação dessas, isso marca nossa vida pra sempre. É uma situação tão extrema que parece que você foi marcado na pele como um boi. Não consigo deixar de me envolver e sofrer junto quando eu vejo outra mãe passando pelo mesmo que eu.

O “engraçado” disso tudo é que quando eu perdi meu filho, achava que eu era uma ET e que eu era a única mulher no mundo a ter um filho indo embora. Mas quando você começa a tirar os olhos do seu umbigo e olhar em volta, muitas mães passam por esse mesmo sofrimento. Ao longo desses anos eu pude ver algumas, e me sinto útil por poder ajudá-las com o meu apoio.

Muitas vezes eu só precisei de um abraço e um ombro pra chorar. Não precisava de palavras. Embora eu estivesse rodeada de pessoas, eu não tinha ninguém pra fazer isso, porque as pessoas estavam tão preocupadas com o acontecido e angustiadas que não paravam pra olhar dentro dos meus olhos. Então eu me policio pra ir encontrar essas mães com meus “ouvidos do coração” abertos. Conseguir sentir o que elas precisam é a chave pra conseguir ajudar efetivamente.

O por quê de eu ter perdido um filho eu não sei. Talvez só saiba depois, quando encontrar meu Salvador. Mas de 2 coisas eu sei:
– Hoje eu sou mais forte;
– Hoje eu realmente POSSO ajudar outras mães, por entender o sentimento que elas têm.

<3

O dia em que meu pensamento mudou…

Em 20.06.2014   Arquivado em Pessoal

Meu filho tinha mais ou menos 15 dias de vida, e eu ia levá-lo ao pediatra porque ele estava passando mal e com dificuldades de ganhar peso. Dei banho nele na banheirinha, escolhi uma roupinha linda. Enfeitei ele todo, deixei ele bem cheiroso, coloquei no sling. Peguei as 2 bolsas que eu tinha arrumado pra ele (vai que acontece alguma coisa! mãe de primeira viagem é assim mesmo). Chamei o táxi.

Até aquele momento, eu estava cheia de dedos com meu filho. Estava recebendo poucas visitas em casa pra ninguém passar uma doença pra ele, e pra deixar a gente descansar. Mesmo os de casa, tinham que se lavar até os cotovelos e depois passar álcool pra ficar sem bactérias. As roupas de cama estavam sendo trocadas dia sim, dia não. Ele ficava sempre no conforto do bercinho dele, no quartinho dele, ou comigo no carrinho do lado da minha cama. Ok, pra mim, estava tudo normal, exceto pelo fato de eu estar indo pela primeira vez sair com ele sozinha, mas afinal de contas eu estava de táxi.

Entrei no carro e achei que o som estava alto demais e o ar condicionado frio demais. Pedi pra ele modificar pra não importunar meu bebê. Estávamos quase chegando ao pediatra quando o sinal fechou e eu olhei pra fora pra ver a paisagem. Vi uma família sentada no banco da praça. Era a mãe, o pai e 2 filhos, o mais novinho não deveria nem ter 2 anos. Os 4 dividiam apenas 1 quentinha. A mãe pegava a colher e dava na boca pra cada um: uma pro filho, uma pro outro filho, uma pro pai, uma pra ela. E ia fazendo esse círculo, onde os filhos ficavam com os olhos bem atentos às movimentações da mãe. O táxi ficou parado naquele sinal tempo o suficiente pra eu me sentir culpada por ser tão fresca com uma criança, enquanto outras passam tantas necessidades, vivem em condições tão precárias, e sobrevivem.

Fiquei com aquela imagem na cabeça o dia inteiro. Fiquei com a imagem na cabeça até hoje, na verdade, e acho que nunca esquecerei. Nunca esquecerei o dia em que eu me senti tão egoísta por achar que eu era pobre porque estava contando o dinheiro pra pagar o táxi. Na verdade eu era tão rica, olhando aquela família de dentro do táxi, com o ar condicionado ligado, minha barriga cheia, meu filho cheiroso no sling com 2 bolsas só pra ir ao pediatra. Eu poderia ter ido ao pediatra de ônibus e ter comprado 4 quentinhas pra eles com aquele dinheiro. Mundo injusto.

Como driblar a falta de sono nos primeiros meses com seu bebê

Em 29.05.2014   Arquivado em Maternidade

Essa semana eu estava lendo um artigo que dizia que 90% das mães mentem que estão lidando muito bem com o bebê logo nos primeiros meses. Eu fiquei refletindo sobre isso, porque 90% é QUASE TODA mãe! Por que nós mentimos? Sim, nós. Porque puxando pela memória eu me lembro que menti algumas vezes também, não vou negar.

Talvez seja a pressão externa das mães que já passaram por isso e dizem pra gente que tudo foi lindo e florido (o que é uma mentira). Ou nós mesmas estamos nos cobrando a perfeição, e não conseguimos lidar com as dificuldades e eventuais fracassos. Mas sinceramente, remoer o por quê não ajuda muita coisa, como o meu marido diz. Devemos ser práticas e bolar soluções para o problema apresentado.

Agora que meu filho já tem praticamente 8 meses, consigo enxergar com mais clareza o que eu poderia ter feito melhor nos primeiros meses que me deixaria mais tranquila e menos estressada. E dormir bem está no topo da lista. Se eu tivesse dormido bem, ou pelo menos, um pouco melhor do que eu dormi, teria mais ânimo pra enfrentar aquele rojão todo.

Então eu listei algumas medidas que toda mãe de bebês no primeiro trimestre de vida precisam entender e praticar. Vamos lá:

– Entenda a situação de seu bebê

O primeiro passo é entender seu bebê. Quando uma criança nasce, ela quase não tem reserva de gordura e precisa se alimentar constantemente pra ganhar peso e pra manter os níveis glicêmicos. Então, é inevitável acordar várias vezes durante a noite nos primeiros meses. A criança não tem culpa, é o instinto de sobrevivência dela, e vocês 2 terão um relacionamento mais feliz se você ficar resignada nesse quesito, porque você não pode mudar isso.

– Veja como ele está sendo corajoso!

Muitas vezes, o bebê chora não porque está com fome, mas porque está se sentindo abandonado, porque está com cólica, porque está com medo. Pense: até pouco tempo, ele morava dentro do seu útero, era quentinho, seguro, ele escutava seu coração o tempo todo, era apertadinho e ele se sentia acolhido. Agora ele está num lugar frio, com luz, o coração da mamãe ele não escuta mais, as paredinhas apertadinhas do útero não existem mais, ele não sabe nem virar pro lado sozinho e tem um monte de coisa acontecendo dentro da barriga dele que nunca aconteceu antes (e ai! isso dói). Mas mesmo com todas essas dificuldades, ele está sendo corajoso e enfrentando esse mundão enorme! Então, dá um crédito de paciência e amor pra ele.

– Entenda o que seu bebê está precisando naquele momento

Entenda os diferentes tipos de choro, pra que, quando ele chorar, você possa resolver seu problema rapidamente sem criar maiores estresses pra você pelo choro contínuo e desesperado do seu filho. Resolver o problema rápido alivia muito.

– Deixe a casa pra depois

Eu sei que você se incomoda com a bagunça da casa. Mas você e seu filho são mais importantes do que uma roupa pra estender na corda.

Eu sei que as visitas vão chegar e a casa vai estar desarrumada e suja, com uma montanha de louça pra lavar. Mas se eles estiverem te visitando tão perto do nascimento do bebê, é porque são íntimos. E se são íntimos não vão se importar com a bagunça. E se estiverem se importando, eles que peguem a vassoura!

– Durma junto com ele

Nada de ir pra internet quando o bebê dormir, ou inventar de fazer qualquer outra coisa. Quando seu filho dormir, durma também. Esqueça o resto.

– Desligue os celulares e tire o telefone do gancho quando for dormir

É comum que alguém ligue pra saber notícias suas e do bebê. E é comum que ligue bem na hora que você pegou no sono! Então, avise aos íntimos que quando você for dormir, os telefones estarão inativos. Quando você acordar, você liga e dá as notícias. Se alguém reclamar, fale que antigamente nem telefone tinha pra saber notícias e ninguém morria por ficar 1 dia sem saber as novidades. E ponto final.

– Não deixe criar uma bola de neve

O corpo precisa de descanso pra produzir leite. Se você não descansa direito, seu corpo não produz tudo que poderia produzir. Pode ser que aí comece a fase que o bebê não mame tudo que precisa. Consequentemente, ele vai abrir o berreiro mais vezes pra mamar, e cada dia a situação vai se agravar mais. Então, ponha em mente que o sono é necessário e faça de tudo pra mantê-lo o mais em dia possível.

Além disso, o corpo precisa de alimento e água pra você se sentir bem e pra produzir leite. O leite do bebê não vai ficar fraco se você não comer, mas você vai. E se você não beber água, não tem água pra produzir leite (você também pode ter uma infecção urinária – eu tive! ui!). Então, se você quiser produzir uma boa quantidade de leite pra ele ficar com a barriga cheia (e de quebra não quiser se sentir mais cansada do que está), beba bastante água e tenha uma dieta balanceada.

Sua barriga cheia (de comidas saudáveis) = mais disposição
Barriga do bebê cheia = mais horas de sono

– Peça ajuda

Você não é a mulher maravilha. Nem eu. Nem ninguém. Principalmente para aquelas mulheres que fizeram cesárea, que além de estarem com o bebê recém-nascido, ainda estão se recuperando de uma cirurgia, não tem como fazer muita coisa. Existem coisas inevitáveis pra serem feitas dentro de casa que você não poderá fazer. Não tem jeito, alguém tem que te ajudar. Você não pode ir no mercado, nem fazer comida, nem ir pro tanque esfregar roupa de neném. É nessas horas que o marido entra em ação, ou a mãe, a sogra, ou a madrinha do seu filho. Não tenha vergonha em pedir ajuda, você precisa de um tempo pra descansar.

Realmente se alguém tivesse me dado esses conselhos eu teria sido uma mãe bem mais descansada e menos estressada. Com certeza no próximo filho eu vou fazer todos esses itens! 😉

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