#BEDA2015

Em 01.08.2015   Arquivado em Vida Conectada

beda2015

Vamos espalhar amor por aí em agosto?

Olá galerinha! É com muita alegria que eu venho dar uma notícia linda pra vocês: o Butterfly Soul está participando do #BEDA2015!!! \o/

Mas Mariana, o que é o Beda?

BEDA é um projeto inspirado no VEDA (Vlog Every Day April) e que significa Blog Every Day August. O que quer dizer que a ideia é fazer um post por dia durante todo o mês de agosto.

Mas Mariana, por que logo em agosto?

Agosto é um mês bem importante na blogosfera, isso porque dia 31/08 é o Blog Day.

É só isso?

Não! Além disso, agosto é o mês de aniversário do blog! Por isso, eu sempre faço um intensivão de posts em agosto mesmo. E calhou do BEDA ser no mesmo mês que o aniversário do Butterfly Soul (30/08). Esse mês o blog está completando 3 anos! :3

Então o que isso muda na minha vida?

Bem, você pode esperar post every single day aqui no blog, no mês de agosto! Sempre ao meio-dia, como de costume, tá? Espalhe pros amigos, compartilhe os links, não deixe de curtir o blog e clicar pra receber as notificações na fanpage, pra você não perder nada!

Beijos e nos veremos muito em agosto! <3

#StopTheBeautyMadness

Em 04.09.2014   Arquivado em Pessoal

Está todo mundo por aí postando foto sem make, desafiando outros a postar também. Tem até aposta, envolvendo dinheiro, pra pessoa colocar uma foto sem make na internet. Outros já dizem que foto sem make é fácil, que queria ver mesmo era o RG.
Isso tudo é uma distorção muito triste de uma campanha séria e profunda que está rolando pelo mundo. O nome da campanha é Stop The Beauty Madness. Ela traz você a fotografar si mesmo de maneira real, e levar as outras pessoas a conhecer seus questionamentos interiores de inadequação, como um alerta à todos, de como vivemos num mundo louco com padrões de beleza irreais e inalcançáveis, e quanto sofrimento esses padrões podem trazer.

Cresci escutando de todo mundo à minha volta que eu era gorda. Cresci sendo a amiga mais feia, a amiga mais gordinha, a amiga resto. Primeiro as meninas do meu grupo escolhiam os melhores caras pra se apaixonar, pra namorar, e depois era eu. Eu sempre acreditei que eu era a mais feia, porque todo mundo sempre me disse isso e eu sempre fui muito insegura. Eu olhava as meninas na TV e todas elas eram lindas e magras, o cabelo domado, e eu, mesmo tendo cabelo liso, ele enchia e eu virava a Gal. Sempre me achei muito feia por ter dente torto, e depois que comecei a usar óculos o estereótipo de menina-nerd-que-ninguém-namora se concretizou pra mim. Embora minha mãe sempre me dissesse que eu era bonita, eu fechava a porta do quarto e falava pra mim mesma: “Elogio de mãe não conta”.

Essa sempre foi a imagem (distorcida) que eu tive de mim. À procura da imagem perfeita eu ficava mais de 1 semana só comendo maçãs, e quando começava a me sentir tonta, colocava sal embaixo da língua. Mesmo assim eu ainda me sentia maior e mais pesada que elas. Eu nunca conseguia trocar roupa com elas porque meu manequim era sempre pelo menos 2 números maiores. E os sapatos também. Eu ainda não falei dos pés, né?

Quando se tem 12 anos e sapato 38, não é uma coisa muito agradável. Eu achava que tinha o maior pé do mundo, e nem usava sandálias abertas, porque meus dedos eram feios demais para serem mostrados ao mundo. Enquanto todas as minhas amigas usavam e abusavam das sandálias altas de tirinha, eu usava um sapato fechado com salto menor e mais grossinho, porque meu pé era grande, meus dedos feios, eu era gorda e desastrada e não queria cair.

Essa foi a minha adolescência.

Muitas vezes eu me achava tão inadequada que tinha certeza que nunca namoraria alguém que realmente eu gostasse. Quem aparecia eu aproveitava, porque achava que se eu não aproveitasse, talvez pro resto da minha vida eu nunca mais teria ninguém. Me esforçava por gostar daquele cara ridículo em todos os sentidos, porque ele poderia ser o único cara do planeta a ver alguma coisa especial em mim, que na verdade nem eu via.

Eu tinha uma coleção beeeem grande de revistas de beleza, porque todo mês eu não podia perder a dieta que me deixaria magra de uma vez por todas. Não podia perder o exercício que finalmente faria eu perder meus pneuzinhos da barriga e ter a coxa menos flácida. Cortava as páginas da revista e colava atrás da porta do meu quarto pra estar sempre à vista e eu não me esquecer onde eu queria chegar.

Acho que cheguei. No fundo do poço, pra ser mais exata. Passei muitos anos nesse loop nem um pouco saudável. Me apaixonava por tabela pelos namorados das minhas amigas platonicamente, e viajava com elas contando as histórias românticas de flores e bichinhos de pelúcia ganhados. Na minha cabeça, essa era a única gota de felicidade que eu tinha direito. Eu, uma garota feia, gorda, alta demais, com pé grande, dedos feios, desastrada, com dente torto e cabelo indomável.

Quando entrei pra faculdade decidi me revoltar. Decidi que pararia de sofrer por causa disso e que me libertaria. Me “libertei” até demais. Joguei as revistas de beleza no lixo. Comecei a aloprar, namorando um monte de garotos, pintando o cabelo de um monte de cor, colocando piercing, matando aula, indo a chopadas. Mas nada daquilo preenchia o vazio, nem fazia eu me sentir mais bonita. Eu estava apenas tentando ser quem eu não era e mais uma vez me adequar àquele novo padrão pra mim: o universitário, de garotas rycas e phynas.

Em última instância, liguei a seta pra dieta, já que todas as minhas tentativas de adequação, durante toda a vida, haviam sido frustradas. Comecei a comer tudo que eu queria e comecei a engordar mais ainda, mas me enganava dizendo que eu estava “liberta”. Alguns anos depois, quando perdi meu filho, comecei a me achar, além de tudo, incapaz de gerar um filho. Engordei 30 quilos no total, comendo a minha tristeza e inadequação.

Até hoje na verdade eu ainda luto com isso. Será que um dia eu me liberto totalmente? Não me acho mais tão alta, nem tenho mais o problema de mostrar o pé. Gastei rios de dinheiro com aparelho no dentista, e descobri que mantendo o cabelo mais comprido ele pesa e não enche tanto. Por esse lado não sou mais tão monstra. Mas ainda tenho muitos questionamentos.

Hoje, com quase 30 anos, sei que muito do que eu senti na adolescência se deve a esse padrão de beleza inalcançável de TV e revista retocada pelo Photoshop. Mas também a outra metade do que eu sinto é porque as pessoas sempre impuseram a mim um padrão que elas achavam ideal, e eu aceitei isso, por ser insegura, por me olhar com um olhar tão crítico que não me permitia ver minha própria beleza através das imperfeições.

Afinal, não somos todos imperfeitos? Que atire a primeira pedra quem nunca teve uma espinha, quem não tem um mindinho defeituoso e quem nunca achou uma imperfeição no espelho.

Chega de padrões impossíveis. Chega de imagem “ideal”.

#StopTheBeautyMadness

Esse post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros das antigas que fazem o possível para manter o velho espírito dos diários virtuais.
Para conhecer e participar, acesse: Grupo do Facebook / Rotation

Blog Day 2014

Em 31.08.2014   Arquivado em Vida Conectada

Olá galerinha! Para fechar o mês de aniversário do blog em grande estilo, hoje estamos comemorando o Blog Day! Vocês sabem o que é isso?

“Essa era uma iniciativa organizada por um grupo de blogueiros internacionais que instituíram o dia 31/08 como o Dia Internacional do Blog. Nesta data, estes blogueiros selecionavam seus blogs favoritos e compartilhavam com seus leitores em um post.”
Trecho de texto retirado da página do Blog Day Rotaroots

Como o Rotaroots (comunidade que eu tô dentrooo) visa trazer de volta os blogs de raiz, como poderíamos esquecer desse dia? Então vou indicar pra vocês hoje 15 blogs, divididos em 3 categorias. Espero que vocês possam se deliciar com esses links, porque todos esses blogs são especiais pra mim! Vamos lá?

Blogs que não saem do meu feed


1. Mulher Vitrola
2. By Angel
3. Angeliica
4. Madly Luv
5. Sernaiotto

Blogs que eu conheci no Rotaroots


1. Subexplicado
2. Blog Refúgio
3. Valeu a pena esperar
4. Caos Criativo
5. Cores do Dia

Blogs para sair da rotina


1. Sacolando
2. Mãe ao Cubo
3. Metabolismo de Balzaca
4. Adrika
5. Chocottone

Gente, eu gostaria de indicar MUITOS outros blogs, mas o post do Rotaroots era com formato fechado. Foi muito difícil escolher, eu queria colocar mais, outros eu acho que estão na categoria errada, mas infelizmente eram só 5 pra cada categoria. Se vocês quiserem conhecer mais blogs legais, podem dar uma fuxicada no meu Blogroll. 😉

6 coisas para fazer no inverno

Em 12.07.2014   Arquivado em Aleatórios

Há quem diga que o inverno é a pior estação do ano, porque tem frio e chuva. Há quem não goste disso. Não sei como, mas há… hahahaha… Pra mim, a melhor época do ano é justamente essa, simplesmente porque você consegue ficar parada sem suar. O céu é mais azul, e as pessoas ficam mais bonitas!

Pra você que acha que o inverno é uma porcaria e não tem nada pra fazer, deixa eu listar algumas coisas pra você mudar de ideia:

Dormir

Ok. Você dorme em qualquer estação do ano. Mas dormir no friozinho, com edredon, barulhinho de chuva ao fundo e uma canequinha de chocolate quente na mesinha de cabeceira, só no inverno, viu?

No calor você dorme mal, sua, o lençol fica grudado, você tira o lençol e os mosquitos te devoram. Pra dormir bem você tem que ligar o ar condicionado, que muitas vezes nem dá vasão, e a conta de luz te faz ter pesadelos.

Ver filme embaixo da coberta

Uma das melhores coisas que eu acredito que eu posso fazer no inverno é ver filme embaixo da coberta, abraçadinha com meu amor, naquele friozinho, comendo pipoca. No calor eu tenho nervoso de ficar perto de qualquer pessoa que possa estar suada e grude em mim.

Fondue

Uma coisa que eu faço todo ano aqui em casa é fondue. No calor não tem como! Não tem clima pra fondue no verão. Você com calor, a panela com foguinho em cima da mesa piorando a situação. Fondue é coisa de frio, é programa romântico, que combina com cachecol e botas. 😛

Rodízio de caldinhos

Engraçado… Quando eu era mais nova não gostava de nenhuma sopa nem caldo. Mas hoje em dia eu amooo!!! Acho uma delícia quando faz vários caldinhos diferentes e reúne os amigos. Ficamos tomando caldinhos e conversando. Que beleza!

Se arrumar bem

No calor, quem quer se arrumar? Eu não sou uma dessas pessoas. No calor, minha maquiagem derrete porque eu suo no rosto, só consigo viver de cabelo preso porque o cabelo gruda no pescoço. Não consigo nem imaginar colocar uma roupa um pouco mais elaborada, porque é muito pano. Mas no frio não tem isso, né? Bota, cachecol, jaqueta, make… Dá pra usar tudo, dá pra se arrumar bem!

Fazer exercícios ao ar livre

Primavera já começa a ficar um sol insuportável. Dia útil pra fazer exercícios ao ar livre é outono e inverno. Rio de Janeiro não te deixa sair ao sol no calor.

E agora se convenceu que o frio é melhor? rsrsrsrs… O que você gosta de fazer no inverno?

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